quarta-feira, 28 de abril de 2010

A Respiração e a Yôga

A Respiração e a Yôga


Infelizmente muitas pessoas somente percerbem sua qualidade respiratória quando esta já estiver prejudicada seja por uma alergia, asma, sobrepeso, odores que causem uma dificuldade respiratória. É aí que o indivíduo descobre que não está respirando “bem” e que há alguma falha ou incapacidade.

A maioria das pessoas respira de forma curta e não aproveita a capacidade de seus pulmões, nem mesmo àquelas que nunca sofreram qualquer problema de saúde respiratória costumam respirar corretamente.

No Yôga, com a prática dos pránáyámas (técnicas respiratórias) podemos inverter esssa situação, aumentando nossa capacidade pulmonar e consequentemente, melhorando nossa saúde. A respiração é sempre efetuada pelas narinas. A forma mais básica a ser praticada é a respiração abdominal, também conhecida como diafragmática ou respiração baixa. Para a correta execução, ao inspirar o diafragma se “abaixa”, distendendo-se, e a parede abdominal se expande (quando o ar entra nos pulmões, o abdomem se expande), ao expirar o diafragma se contrai e o abdome se retrai (quando o ar sai dos pulmões, o abdomem se contrai).

Além das diferentes práticas de pranayama, podemos acrescentar ritmos às suas execuções.
Para iniciantes, o ritmo é “quadrado” na proporção 1:1:1:1; Ou seja, o praticante inspira em 4 segundos (este tempo é só um exemplo), permanece 4 segundos com os pulmões cheios, expira em outros 4 segundos e depois fica mais 4 segundos com os pulmões vazios.
A medida que o aluno avançar, os ritmos passam a ser mais adiantados como, por exemplo, no ritmo 1:4:2:0.

O praticante iniciante também aprenderá a cultivar o hábito de perceber sua respiração ao longo do dia e corrigi-la. O volume pulmonar de um adulto varia de 4 a 6 litros, equivalendo a quantidade de ar em uma bola de basquete. Quanto melhor for a execução da respiração melhores serão os cumprimentos de suas funções: melhor oxigenação dos tecidos e células, levando a melhoria nas atividades cerebrais e fonte de suprimento para os músculos. Respirando melhor, você consegue pensar melhor, concentrar-se, e aumenta a destreza do movimento corporal.

Comece a perceber como fica a sua respiração em um momento de extrema emoção. Ela se modifica no decorrer do dia e é diferente mediante uma determinada situação tais como momentos de adrenalina, repouso, nervosismo, ansiedade, alegria. Cada forma de interação do ser humano com o seu meio implicará em interações com seu corpo físico, sua energia ou vitalidade, com suas emoções, pensamentos e atitudes.

Em situações como essas, concentre-se na sua respiração e pratique os respiratórios para alcançar mais estabilidade emocional, discernimento. Além de lhe ajudar na situação a ser enfrentada, regulariza o funcionamento de seu aparelho respiratório, traz equilibrio, sensação de bem estar, e o transporta para um nível maior de conforto e sobriedade para interagir com pessoas, situações e tudo o mais na sua vida.

Fonte: resumido de um texto extraído da internet

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